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10 Tendências para quem quer empreender em 2017

Publicado por |Por Redação / PEGN em 14/10/2016 às 09h19

 

 

Se você está fazendo planos para empreender no próximo ano, precisa começar um planejamento e um estudo de mercado. Com as mudanças demográficas e tecnológicas que a humanidade está vivendo nas últimas décadas, os negócios mudam com frequência.

Pensando nisso, o estrategista de marcas Leonardo Kim fez uma lista com dez tendências que vão guiar o mercado em 2017. A lista, originalmente publicada na revista americana Inc, pode guiar também os novos empreendedores brasileiros. Confira abaixo as ideias:

1. Ferramentas para a construção de produtos tecnológicos (sem necessidade de muita bagagem técnica)
A necessidade de inovações tecnológicas nos negócios é mais importante do que nunca. Em 2017, a tecnologia será um campo totalmente necessário para que cada negócio tenha potencial de competição no mercado. Plataformas autoexplicativas, como o WordPress, fazem e continuarão a fazer sucesso porque permitem um gerenciamento mais simples sem a necessidade de muitos conhecimentos técnicos por parte dos funcionários.

2. Ferramentas que auxiliam marcas pessoais
Trabalhar marcas pessoais será uma estratégia cada vez mais usada para se diferenciar no mercado. Em um universo cheio de concorrentes, um branding pessoal bem feito pode fazer a diferença na hora de conquistar os consumidores. Por isso, este tipo de ferramenta deve crescer nos próximos anos.

3. De olho nos jovens
Ao invés de rejeitar os novos consumidores da geração "Millennial", as empresas terão que cada vez mais enxergá-los como clientes em potencial. Entender como eles pensam e criar produtos para esta geração é uma tendência para acompanhar.

4. Treinamento para funcionários remotos
O trabalho remoto será, cada vez mais, uma tendência. Pensando nisso, empresas que ofereçam serviços eficientes para o treinamento de funcionários que trabalham longe da sede da companhia devem crescer.

5. Possíveis vendas de empresas
O processo de recuperação da economia nos últimos anos nos Estados Unidos aumentou a quantidade de fusões e aquisições. Isso deve se manter em 2017 e as empresas que pensam em partir para uma venda devem começar a se preparar.

6. Saúde e nutrição
A nova geração está preocupada com a saúde e nutrição mais do que qualquer outra. Graças à tecnologia, é possível medir calorias, fazer registros nutricionais e manter os hábitos esportivos e alimentares dentro de um aplicativo. O mercado de ferramentas fitness para smartphones só tende a crescer e o boom desses aplicativos irá  fortalecer o mercado de saúde.

7. Apostas em  e-commerce
A crescente demanda por itens disponibilizados em lojas online faz com que esse nicho de mercado se fortaleça cada vez mais se comparado ao crescimento de vendas nas lojas físicas. Estudos recentes mostraram que 58% dos compradores estão dispostos a adicionar itens no carrinho para atingir as cotas exigidas para o frete grátis nos sites de compra, por exemplo. Como a tecnologia continuará a se expandir em 2017, isto deve impactar também as tendências no e-commerce.

8. Estratégias para manter os clientes sempre próximos
Para tornar uma empresa cada vez mais popular, é importante manter uma ligação próxima com o cliente.  Serviços e produtos que não são vendidos de forma direta e uma única vez , como os transportes oferecidos pelo Uber, tendem a permanecer em ascensão.

9. Treinamentos de funcionários moldados de forma diferente
Em 2017, haverá  uma mudança na forma como as habilidades de treinamento de liderança são desenvolvidos dentro das empresas. Ao invés de ensinar a todos as mesmas habilidades, as empresas irão focar nos pontos fortes de cada funcionário e desenvolver essas habilidades, investindo mais no reforço de um talento natural do que na formação massiva de líderes.

10. Marcas e produtos com ações e produções sustentáveis
As ações sustentáveis e o desenvolvidos de produtos com métodos que fortalecem a cultura da sustentabilidade devem continuar crescendo. Até o atual período do ano, mais de US$ 500 milhões foram salvos em eficiência energética e este valor tende a crescer em 2017.

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PEQUENOS NEGÓCIOS DOMINAM VENDAS NA INTERNET NO BRASIL

Publicado em 31/07/2016 às 16h09

 

De acordo com pesquisa do Sebrae, 90% das vendas são feitas por micro e pequenas empresas que atuam exclusivamente online

29.07.2016Por Agência Sebrae de Notícias
 
 Do total de empresas que vendem exclusivamente pela internet 90% são de pequeno porte, ou seja, faturam até R$ 3,6 milhões anuais. As informações constam em pesquisa elaborada pelo Sebrae em parceria com o E-commerce Brasil. De acordo com a 3ª Pesquisa Nacional do Varejo Online, quando analisadas as empresas que possuem lojas virtuais e físicas, esse número cai para 71%.
 

“Vender pela internet é uma tendência que não pode ser deixada de lado. O mundo virtual permite que os clientes conheçam e comprem os produtos de um pequeno negócio 24 horas por dia. Os donos de pequenos negócios já perceberam isso e têm marcado presença nas redes”, destaca o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos”.

A pesquisa feita pelo Sebrae também constatou que nos últimos três anos houve um aumento considerável no número de pessoas que resolveram vender produtos ou serviços pela internet. Do total de e-commerce no país, 58% deles começaram suas atividades na rede de 2013 para cá. O levantamento também detectou que 53% das empresas que vendem on line não possuem uma loja física e que uma em cada quatro empresas possui apenas um funcionário e 40%, entre dois e quatro funcionários.

A boa perspectiva de ampliar as vendas e reduzir custos também tem atraído empreendedores a atuarem nesse canal de vendas. Entre os donos de negócios que nunca tiveram e-commerce: 59% pretendem abrir um.  A pesquisa também revela que do total de empresas que vendem exclusivamente pela internet, 90% são de pequenos negócios, ou seja, faturam até R$ 3,6 milhões anuais. Quando analisadas as empresas que possuem lojas virtuais e físicas, esse número cai para 71%.

"Nessa terceira pesquisa nacional ficou claro, neste ano adverso, que os processos gerenciais das lojas, independente do porte, estão melhores. Isso reflete na manutenção da taxa de conversão, na utilização mais otimizada das mídias como redes sociais para gerar tráfego qualificado para o site e para fechar as vendas”, afirma a diretora-executiva do E-commerce Brasil, Viviane Vilela.

Os principais produtos vendidos estão relacionados à moda, casa e decoração, informática e beleza. A grande maioria das empresas que está no e-commerce atua no Comércio (73%), seguidas pelas de Serviços (18%) e Indústria (8%). Apenas 1% das empresas de e-commerce são do setor de Agronegócio.

Além disso, os estados que mais compram produtos pela internet são São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que juntos também são os que mais abrigam sedes do e-commerce 58% das empresas que atuam nas redes estão na região Sudeste.

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COMO SE TORNAR UM MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI)

Publicado em 13/04/2016 às 11h58

Consultores do Sebrae explicam tudo que o microempreendedor precisa para se formalizar

24.02.2016|Por  Valdir Ribeiro Jr / PEGN
 
Criado em julho de 2009, o Microempreendedor Individual (MEI) é considerado a porta de entrada para o mundo empresarial. É, atualmente, a maneira mais simples que uma pessoa tem para abrir uma empresa no Brasil e tudo pode ser feito pelo próprio empreendedor.
 

Para ajudar aqueles que querem se aventurar nesse caminho, montamos o seguinte passo a passo com a ajuda dos consultores do Sebrae-SP Marcelo Ulliana e Filipe Rubim.

O que você vai fazer?

Não são todas as atividades comerciais que podem ser praticadas por um Microempreendedor Individual. É preciso consultar a lista de atividades no Portal do Empreendedor. Isso deve ser feito antes mesmo de pensar no modelo de negócio.

Se a atividade desejada não estiver na lista, será preciso que o empreendedor busque outra formalização, através de uma Sociedade Limitada ou de uma Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli).

Qual será o tamanho do negócio?

O MEI é uma modalidade de empresa exclusiva para empreendedores individuais e não permite sócios. Além disso, o faturamento anual da empresa não pode ultrapassar R$ 60 mil e só é possível contratar apenas um funcionário. Por conta disso, Ulliana aconselha que os empreendedores façam o plano de negócio antes de decidirem abrir MEI, pois precisam ter certeza de que optaram pela modalidade correta. "O próximo passo então será ir até a prefeitura para ver se eu posso abrir uma lanchonete no endereço desejado".

Onde você quer trabalhar?

Cada município do Brasil possui uma lei de zoneamento que separa os bairros da cidade de acordo com as atividades que podem ser realizadas nos locais. Alguns bairros são estritamente residenciais, outros podem conter comércio e os mais afastados são específicos para a indústria.

A atividade que o empreendedor quer realizar precisa ser coerente com o local desejado e isso também deve ser consultado antes do empreendedor se formalizar. Existem diferentes maneiras de verificar um endereço e elas variam em cada cidade. Alguns municípios contam com sistemas online que permitem a verificação, outros têm espaços de atendimento aos empreendedores que facilitam o processo e, na ausência dessas opções, é preciso entrar em contato com a Secretaria de Urbanismo da cidade.

"O empreendedor deve ter certeza do endereço que está consultando. Então, via de regra, é sempre melhor consultar o endereço tendo uma cópia do IPTU em mãos. No caso de aluguel, leve o contrato de locação", diz Ulliana.

Bombeiro, vigilância sanitária e outros

Ao mesmo tempo em que consulta o endereço, o empreendedor também precisa verificar quais são as autorizações específicas que seu negócio exige. Dependendo da área, é preciso solicitar autorização dos bombeiros e da vigilância sanitária. "Na prefeitura, o empreendedor pode encontrar a relação de autorizações que irá precisar para seu negócio, mas também é possível verificá-las através do Sebrae", explica Ulliana.

Portal do Empreendedor

Depois que tiver conferido tudo, o empreendedor poderá finalmente se formalizar como MEI. O processo deve ser feito através do Portal do Empreendedor, onde será preciso informar os dados pessoais, um endereço e a atividade comercial que será praticada.

"As pessoas que tiverem dificuldade em fazer o cadastro pelo Portal do Empreendedor podem buscar ajuda na prefeitura ou nos espaços de atendimento ao trabalhador da sua cidade", recomenda Filipe Rubim, consultor de projetos do Sebrae.

Ao fim do processo, o empreendedor irá receber um certificado de MEI que já apresenta o número do seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Emissão de nota fiscal

O Portal do Empreendedor permite a formalização nas esferas federal e estadual, o que significa que ainda falta a etapa municipal. Portanto, será preciso voltar à prefeitura para fazer o Cadastro de Contribuinte Mobiliário (CCM). Essa inscrição irá permitir que o empreendedor emita nota fiscal para prestação de serviços, pois esse tipo de atividade recolhe impostos para o município.

Cada município tem seu procedimento de cadastro. Algumas cidades oferecem esse serviço pela internet, enquanto outras exigem que o empreendedor se desloque até o prédio da prefeitura.

Para atividades de comércio ou indústria, a emissão de nota fiscal envolve a Secretaria da Fazenda do estado em que o empreendedor estiver. Então, será preciso entrar nos sites dessas entidades para solicitar a permissão.

Direitos

Os impostos pagos pelos empreendedores que optam pelo MEI são cobrados pelas regras do Simples Nacional. Isso significa que tudo é pago de uma vez pela guia mensal DAS (Documento de Arrecadação Simplificada), emitida no Portal do Empreendedor.

"O empreendedor que opta pelo MEI paga um imposto fixo de 5% do salário mínimo, para a previdência social dele próprio. O imposto cobrado é relativamente pequeno, afinal, o profissional liberal comum recolhe 20%. É uma política de inclusão que ajuda as pessoas que antes trabalhavam na informalidade e terem direito a auxílio doença, licença-maternidade, pensão por morte, além da própria previdência", explica Ulliana.

Além dos 5% do salário mínimo, o MEI paga ainda R$ 5 se for prestador de serviços e R$ 1 se for trabalhar com comércio ou indústria. "Se alguém tem um salão de beleza e vende cosméticos, por exemplo, deve pagar as duas taxas, além da porcentagem do salário mínimo", diz Ulliana.

E quando o negócio crescer?

Caso o empreendedor tenha um desempenho além do esperado e ultrapasse o limite dos R$ 60 mil, ele será taxado proporcionalmente pelo valor excedente, desde que o faturamento não passe de R$ 72 mil. Além disso, em janeiro do ano seguinte, a empresa deixa de ser MEI e passa a ser microempresa (ME).

Acima de R$ 72 mil, o MEI também será classificado automaticamente como ME no ano seguinte e ainda terá que pagar valores retroativos referentes ao faturamento do último ano. "Como o retroativo é cobrado todo de uma vez, muitas empresas acabam fechando por causa disso. Para o desenvolvimento sustentável da empresa, quando o MEI ultrapassar o faturamento, o melhor que ele tem a fazer é mudar de categoria de empresa", explica Rubim.

A migração é feita através do Portal do Simples Nacional e o empreendedor precisa contratar um contador.

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PEG&N Negócios de março traz tudo sobre e-commerce

Publicado em 05/03/2016 às 16h19

Quer abrir sua loja virtual? Não perca a nova edição da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Da Redação - 04/03/2016
 
Mais de 17 milhões de brasileiros fizeram compras virtuais no primeiro semestre de 2015. O mercado de e-commerce tem faturamento de mais de R$ 41 bilhões ao ano e é opção para muitos empreendedores. Este é o tema da reportagem de capa da edição de março da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.
 
 

Você vai aprender sobre gestão e controle financeiro, a escolha da plataforma e as melhores tecnologias, as soluções mais eficientes de marketing e vendas, as estratégias para conquistar os clientes no mobile e como entregar com eficiência, gerindo estoque e logística.

A nova edição traz ainda uma entrevista especial para quem entrar no e-commerce. Marcio Kumruian, fundador da Netshoes, conta sobre sua trajetória à frente de uma loja virtual com faturamento acima de R$ 1,5 bilhão. Kumruian fala sobre o mercado, um possível IPO e o futuro. “Se, no futuro, o meu filho quiser trabalhar na Netshoes, vai precisar começar carregando caixa. Ninguém vai assumir isso aqui quando fizer 18 anos”, diz.

Outro destaque da edição de março é um especial sobre mulheres empreendedoras. Elas estão à frente de empresas com resultados de cair o queixo e crescem até 40% ao ano em setores como siderurgia, tecnologia da informação e construção civil.

Se você já tem um negócio, pode ser a hora de exportar. A revista revela, em uma reportagem especial de oito páginas, como levar sua marca para o exterior, com todos os passos e as melhores estratégias.

A edição impressa de Pequenas Empresas & Grandes Negócios já está nas bancas de São Paulo e chega, nos próximos dias, às outras cidades do país.

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E-commerce de moda plus size quer faturar R$ 5 milhões em 2016

Publicado em 26/01/2016 às 15h28

Sócias do Flaminga veem futuro promissor nesse mercado e apostam no bom tratamento às clientes

Por Talita Mônaco - 11/01/2016 - PEGN
O mercado da moda está sempre em crescimento. Segundo a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest), o faturamento total do setor de vestuário já ultrapassa os R$ 90 bilhões. E, apesar de muitas pessoas terem dificuldade em encontrar roupas por não se encaixarem em um certo “padrão de beleza”, o mercado plus size ganha cada vez mais espaço e já representa cerca de 5% desse faturamento da moda. Foi com isso e com sua experiência como proprietária da marca de roupas Creare que Cristina Horowicz, 47, viu uma oportunidade para lançar um e-commerce com uma ideia fora do comum.
 

Com venda exclusiva no mercado atacadista há 30 anos, a Creare é uma marca que começou, aos poucos, a se dedicar a moda plus size. Cristina, então, pensou que seria interessante oferecer produtos desse tipo no meio virtual e aumentar o seu alcance de público. Foi assim que, no começo de 2013, nasceu a Flaminga, que só vende peças a partir do tamanho 44.

Junto com ela, estava Sylvia Sendacz, 49, que decidiu usar seus conhecimentos nas áreas de cinema publicitário, fotografia e comunicação para garantir que a Flaminga se estabelecesse como marca de estética diferenciada. Inicialmente, a ideia era vender online apenas as peças da Creare, mas a necessidade de oferecer diferentes estilos de roupas para as mulheres falou mais alto. Assim, o site se tornou um espaço aberto para a venda de mais de 40 marcas e que, atualmente, possui um ticket médio de R$ 325,81, valor acima da média do mercado.

“Como trabalhamos com muitas marcas, tentamos fazer uma curadoria com aquelas que entendam os diferentes tipos de mulheres”, afirma Cynthia Horowicz, 52, irmã de Cristina, que se juntou à marca em setembro de 2013. Formada em administração de empresas e “publicitária de vida toda” - como ela mesma diz -, é dela a responsabilidade de entender o consumidor e seus diferentes comportamentos. Além das três sócias, a Flaminga conta também com a participação de Ary Mifano, 52, como sócio-investidor.

Comandada por três mulheres que estão dentro do chamado “padrão de magreza”, uma das grandes preocupações da marca é manter-se atualizada com o seu público-alvo. Para garantir isso, as sócias fazem, todos os anos, uma pesquisa apenas com mulheres plus que leva em consideração aspectos como comportamento e impressões sobre o mercado de moda atual. Foi em uma dessas pesquisas que Cynthia afirma ter notado o quanto as mulheres com esse tipo de corpo sentiam falta de biquínis e lingeries. Isso resultou em uma parceria com a modelo plus size, Fluvia Lacerda, e em uma linha exclusiva com lingeries que vão do tamanho 48 ao 56.

Apesar de ser uma pesquisa demorada, que exige mais de 40 minutos de cada participante, Cynthia diz que se surpreendeu com a disponibilidade das mulheres para respondê-la. “Foram 1400 mulheres consultadas, mas que não ficaram incomodadas com a demora da pesquisa, aí a gente percebeu a carência que muitas delas sofrem no mercado da moda. O resultado também mostrou que enquanto algumas pessoas dizem que fazer compras é uma terapia, a maioria das mulheres com sobrepeso considera o ato um transtorno”, reforça ela.

É esse desconforto na hora das compras que pode abrir portas para as empresas nessa área. Para Cynthia, comprar pela internet evita que a mulher se sinta constrangida com o seu corpo ou até maltratada por funcionários. Por isso, a loja se esforça para oferecer um serviço especial que vai de consultoria online até bilhetinho escrito a mão na hora da entrega para que suas cerca de 50 mil clientes cadastradas se sintam cada vez mais acolhidas.

Com um investimento inicial total de cerca de R$ 200 mil, o objetivo sempre foi que o projeto fosse sustentável a médio e longo prazo. Em 2015, o rendimento do e-commerce foi de R$ 3,3 milhões e a expectativa para esse ano é que esse valor suba para R$ 5 milhões. “Há uns dois anos atrás, o mercado plus size ainda era pouco desenvolvido, mas tem um percentual de crescimento muito grande. Além disso, expectativas afirmam que cerca de 60% das mulheres estará em situação de sobrepeso até 2020”, diz Cynthia.

Para aqueles que querem investir no e-commerce, a publicitária dá um alerta sobre o planejamento de custos. “Muita gente acha que, só porque é um site, conseguimos fazer tudo de casa, tranquilamente. Na verdade, um dos maiores desafios são os custos que vão desde plataforma até logística e antifraude.” Além disso, com uma equipe de 12 pessoas, a Flaminga reduziu despesas ao alugar um galpão que abriga todos os processos necessários do empreendimento, internalizando os serviços sem depender de terceiros para tarefas como o empacotamento e envio.

Outro desafio é a ausência de padronização de tamanho das roupas. Para superar esse obstáculo, a Flaminga apresenta o espaço do “Provador”, onde a cliente responde um quiz que determinará o seu tipo de corpo e evitará erros na hora de comprar uma roupa sem experimentá-la. Além disso, é possível fazer um cadastro e marcar suas medidas para que elas sejam comparadas com as da peça que está sendo visualizada. “A gente pega essa mulher no colo através da determinação do seu tipo físico e da possibilidade de conversas por chat do começo até o fim da compra. Tentamos fazer o atendimento mais personalizado possível”, finaliza Cynthia.

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Solução de edição de imagem para empresas chega ao Brasil

Publicado em 26/01/2016 às 15h22

Com sistema totalmente escalável, a dinamarquesa Pixelz promete editar e devolver as fotografias em 24 horas

A Pixelz, empresa global de retoque e edição de imagens, chega ao mercado brasileiro com o objetivo de oferecer ao varejo on-line, blogs e estúdios fotográficos solução em otimização de imagem com foco na qualidade da foto, agilidade de entrega e redução de custos.

“O Brasil é o maior país da América Latina, sétima economia mundial e no e-commerce está entre os dez maiores mercados do planeta. Por este motivo, a Pixelz enxerga um grande potencial a ser explorado”, afirma Martin Ciriani, diretor-geral no Brasil da plataforma.

Com a chegada ao mercado brasileiro, a empresa projeta alcançar um faturamento de R$ 1 milhão este ano e duplicar o crescimento em 2017, com a conquista de grandes players e estúdios fotográficos.

A plataforma

Totalmente intuitiva, a plataforma oferece ao cliente a possibilidade de acompanhar as etapas de edição. As imagens são enviadas pelo gestor da conta junto com as especificações solicitadas para a edição do material. A equipe especializada de Hanói, no Vietnã, analisa as imagens e no prazo máximo de 1 hora os testes entram em andamento.

Conectado ao sistema da Pixelz, o usuário pode visualizar suas imagens e analisar a qualidade, solicitar novas mudanças e quando aprovadas as imagens, o escritório local do Brasil encerra com o envio de uma proposta comercial.

Produtores de conteúdo e estúdios fotográficos contam com um gestor de conta exclusivo que trabalhará com a equipe de criação na configuração das especificações de imagem no sistema a fim de disponibilizar um gestor dedicado que estará de plantão para atender quaisquer questões relacionadas a produção.

A Pixelz também conta com uma Equipe Enterprise composta por fotógrafos profissionais, retocadores de imagem e desenvolvedores seniores capacitados para analisar e implementar fluxos de trabalho personalizados.

O serviço oferecido pela Pixelz ajuda a acelerar e a escalar o crescimento de produtores de conteúdo e estúdios fotográficos, proporciona redução de custos e agilidade aos varejistas que possuem estúdios internos com a entrega de imagens editadas em um prazo de 24 horas.

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9 mercados para investir no e-commerce em 2016

Publicado em 19/11/2015 às 13h49

Pesquisa encomendada pelo PayPal analisou o perfil do consumidor brasileiro no comércio eletrônico

De Fabiano Cândido e Rennan A. Julio - 17/11/2015
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As 10 áreas que mais faturam no e-commerce

Publicado em 16/09/2015 às 20h57

Pesquisa revela que setores de Telefonia e Eletrodomésticos são os que mais faturaram até julho de 2015

Por Priscila Zuini com Rennan A. Julio - 19/08/2015
 
 
O e-commerce brasileiro faturou R$ 18,6 bilhões no primeiro semestre de 2015 - 16% a mais do que o mesmo período de 2014. O dado faz parte da 32ª edição do Webshoppers, levantamento dos resultados do comércio eletrônico brasileiro feito pelo E-bit.

Segundo o estudo, o crescimento do tíquete médio impulsionou a alta. Os consumidores online gastam, em média, R$ 377, valor 13% maior do que no ano passado. Apesar do faturamento, o número de pessoas que realizaram ao menos uma compra caiu 7%, de 18,9 milhões no primeiro semestre de 2014 para 17,6 no mesmo período de 2015. “Aqueles que estão preocupados com as contas em dia e a comida na mesa não têm realizado esse tipo de compra”, diz Pedro Guasti, vice-presidente de relações institucionais da Buscapé Company, que controla o E-bit.
Um tipo específico de consumidor online derrubou a quantidade de pedidos. Os light users, que compram pela internet uma vez a cada seis meses, não fizeram aquisições no primeiro semestre deste ano Já os heavy users, consumidores que compram quatro produtos ou mais por semestre, seguem utilizando a internet para encontrar o menor preço. “Em um período de instabilidade econômica, quem sempre utilizou a internet como principal fonte de compra vai intensificar essa atitude”, afirma.
 

O que mais vende na internet

A pesquisa também mostrou quais foram os setores que tiveram o melhor desempenho neste primeiro semestre em total de pedidos e faturamento. As vendas de eletrodomésticos despontaram como as mais significativas para o e-commerce, representando 25% do faturamento de todo o mercado. No entanto, a área de moda e acessórios segue liderando o volume de pedidos, com 15% das solicitações.

André Ricardo Dias, diretor da E-bit, afirma que o crescimento do setor de eletrodomésticos e telefonia reflete o aumento de confiança do consumidor. “Antigamente, as pessoas tinham medo de comprar produtos mais caros pela internet. Mas hoje elas têm confiado mais. Além disso, quem compra na internet tem a vantagem de poder pesquisar os detalhes e a vasta gama de produtos de maneira mais qualificada”, diz.

Confira quais são os setores que mais faturaram até julho de 2015 e quanto representam no e-commerce brasileiro:

1. Eletrodomésticos – 25%
2. Telefonia/Celulares – 18%
3. Eletrônicos – 12%
4. Informática - 12%
5. Casa e Decoração – 7%
6. Moda e Acessórios - ¨%
7. Esporte e Lazer – 3%
8. Livros – 2%
9. Brinquedos e Games – 2%
10. Acessórios Automotivos – 2%

Veja quais foram os itens mais pedidos por e-commerce no mesmo período e quanto representam no mercado:

1. Moda e Acessórios – 15%
2. Eletrodomésticos – 13%
3. Telefonia/Celulares – 11%
4. Cosméticos e Perfumaria/Saúde – 11%
5. Assinaturas e Revistas/Livros – 8%
6. Casa e Decoração – 8%
7. Informática – 8%
8. Eletrônicos – 5%
9. Esporte e Lazer – 4%
10. Brinquedos e Games – 3%

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Por que comprar de pequenas empresas melhora a economia

Publicado em 16/09/2015 às 20h53

Por que comprar de pequenas empresas melhora a sua vida e a economia do país.

Luiz Barretto, presidente do Sebrae, afirma que comprar de uma micro ou pequena empresa contribui para a recuperação da economia

Por Camila Lam - 11/09/2015
 
Um simples ato pode mudar economicamente a região em que você mora ou trabalha. Comprar de um pequeno negócio no seu bairro contribui para a geração de renda e cria oportunidades para a abertura de novos negócios nos arredores.

Este é o mote do movimento Compre do Pequeno Negócio, lançado no dia 5 de agosto pelo Sebrae. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância de escolher micro e pequenas empresas na hora de consumir.

As vantagens são inúmeras para a sociedade e para os empreendedores. Hoje, as micro e pequenas empresas empregam 52% da população que tem carteira assinada e respondem por 27% do PIB nacional.

Para Luiz Barretto, presidente do Sebrae, comprar do pequeno negócio é um ato cidadão porque movimenta o dinheiro na região onde o consumidor mora ou trabalha. “A circulação de pessoas e dinheiro no bairro aumenta, gerando possibilidade de ganhos para outros negócios já instalados ou mesmo para a abertura de novas empresas”, diz Barretto.

Além de ajudar a fortalecer a economia, evita a perda de tempo com deslocamentos por conta da proximidade do negócio e contribui para a geração de oportunidades de emprego.

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e a Associação Brasileira de Franchising (ABF) também apoiam a iniciativa, que tem como data oficial o dia 5 de outubro. “O nosso objetivo é transformar o 5 de outubro, dia da Micro e Pequena Empresa, em um marco para o varejo brasileiro”, afirma. Confira a entrevista completa com o presidente do Sebrae:

O que a comunidade ganha quando as pequenas empresas do bairro são fortes?

Os pequenos negócios podem contribuir decisivamente para a recuperação e a valorização de espaços urbanos. Uma padaria que fica famosa pelo sabor e qualidade dos pães, uma oficina mecânica que se destaca pelo atendimento de qualidade e pela relação de confiança com seus clientes, um salão de beleza que lança um pacote promocional diferenciado: tudo isso tem potencial para modificar a vida de uma comunidade. A circulação de pessoas e dinheiro no bairro aumenta, gerando possibilidade de ganhos para outros negócios já instalados ou mesmo para a abertura de novas empresas.

Por que as pessoas deveriam dar preferência para os pequenos negócios locais?

Muita gente não imagina que comprar de uma micro ou pequena empresa contribui para a recuperação da economia. Os 10 milhões de pequenos negócios representam mais de 95% do total de empresas brasileiras e são responsáveis por 27% do PIB e mais da metade dos empregos formais do país. Eles garantem o salário de 17 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Mesmo em um ano difícil como este, os pequenos negócios continuam gerando empregos. No primeiro semestre, foram 116,5 mil novas vagas nos mercadinhos, cafeterias, pet shops e outros comércios e serviços.

Quanto mais consumidores optarem pelas micro e pequenas empresas, mais elas terão condições de seguir no ritmo de geração de empregos e de renda. Queremos conscientizar a sociedade de que comprar do pequeno negócio é um ato cidadão, transformador, porque movimenta o dinheiro na região onde o consumidor mora ou trabalha. Isso gera novas oportunidades de desenvolvimento local e contribui para a abertura de novas vagas de trabalho e aumento da renda. Queremos que a sociedade abrace a causa do Movimento Compre do Pequeno Negócio porque essa é uma alternativa para a superação da crise.

Quais são as vantagens para o consumidor que escolhe comprar de empresas perto da sua casa ou trabalho?

Comprar de empresas perto de casa ou do trabalho facilita a vida do consumidor. Sabemos que em grandes cidades o trânsito é um problema. Quanto mais o consumidor puder diminuir o tempo de deslocamento diário, maior a qualidade de vida, sem contar os custos evitados com estacionamento ou combustível.

Os pequenos negócios estão perto da casa ou do trabalho de todos nós. Com mais clientes, as pequenas empresas podem investir mais na inovação e na qualidade de seus produtos e serviços e se fortalecerem no mercado, ficando mais aptas a gerar ainda mais ganhos para a economia local.

Como os empreendedores podem vender mais para os clientes do seu bairro?

Melhorando a gestão do negócio. Se, por um lado, estamos conversando com a sociedade para que ela se engaje no Movimento e compre mais do pequeno negócio, por outro lado o Sebrae está se preparando para a maior ação de capacitação que já fizemos no país. Queremos que o consumidor compre mais das pequenas empresas e, nesse sentido, o nosso objetivo é transformar o 5 de outubro, dia da Micro e Pequena Empresa, em um marco para o varejo brasileiro.

Claro que todo dia é dia de comprar do pequeno negócio, mas queremos que esta seja uma data anual especial para consumir de micro e pequenas empresas. Mas, para isso, o empreendedor precisa estar apto a atender o cliente da melhor forma possível.

Assim, entre os dias 21 e 26 de setembro, o Sebrae vai oferecer, em todos os 26 Estados e no Distrito Federal, ações gratuitas de capacitação para microempreendedores individuais (MEI), donos de micro e pequenas empresas, e pequenos produtores rurais. Além dos 700 pontos de atendimento do Sebrae, vamos criar 411 pontos adicionais para ampliar o acesso dos pequenos negócios a orientações essenciais para o crescimento da empresa.

Nossa meta é atender mais de 300 mil empreendedores nesse período, com cursos, palestras e oficinas principalmente sobre vendas e finanças. Esses temas são importantes em qualquer época, mas em tempos de crise são ainda mais essenciais para a sustentabilidade do negócio. É uma excelente oportunidade para o empreendedor melhorar sua gestão e o atendimento aos consumidores.

Quais são os principais desafios para manter um negócio de bairro?

Em tempos de dificuldade na economia como o que vivemos, os consumidores ficam muito mais seletivos em relação ao que compram e onde compram. O maior desafio para manter um negócio de bairro é a capacitação. Nesse momento em que mais pessoas buscam o empreendedorismo por necessidade, é preciso ficar claro que sem qualificação um negócio não tem chance de permanecer no mercado por muito tempo.

Os consumidores e os fornecedores estão mais exigentes e os empreendedores precisam investir na melhoria da gestão do negócio, em um bom atendimento, na oferta de produtos e serviços com algum diferencial de qualidade. O Sebrae é especialista em pequenos negócios e está à disposição dos empreendedores para ajudá-los nesses desafios.

Todos os donos de pequenos negócios estão convidados a participar da nossa semana de capacitação. Procure o Sebrae de seu Estado ou fale com nosso canal de atendimento 0800 570 0800 para conhecer a programação estadual de capacitação.
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